Apesar da greve, já é possível ver um número maior de coletivos nas ruas, o que indicaria que o movimento está perdendo força. Na segunda-feira, primeiro dia, cerca de 80% da categoria estava parada. Nesta quarta-feira, a avaliação do vice-presidente da Federação dos Rodoviários, Antônio da Costa Miranda, é de que cerca de 60% dos trabalhadores estão parados.
Além de Belo Horizonte, a greve prejudica outras cidades da região metropolitana, como Betim e Contagem.
Os motoristas e cobradores rejeitaram a proposta de reajuste de 4,35% oferecida pelos empresários. Eles pedem aumento de 37% nos salários, jornada de seis horas de trabalho, compensação das horas e manutenção da função de despachante e cobrador, cujas obrigações, em algumas linhas, passaram a ser também dos motoristas.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
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